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trago no sangue um poema

por Sarin, em 27.05.18

Trago no sangue um poema.


Não tem rimas, nem estilismos
- mas tem maneirismos!


Por métrica,
a dos dias vivos e das horas mortas,
esparsas e soltas…

 


Não é poema erudito,
nem poema popular.
Não se declama, não é dito
e não se pode cantar.

 


Mas é meu,
nasce em mim e em mim corre.
E por nome tem a chama que me aquece,
a força que me move.

 


A verdade?
Trago no sangue um poema:
a minha vontade

 

(data não registada)

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