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Trago no sangue um poema.
Não tem rimas, nem estilismos
- mas tem maneirismos!
Por métrica,
a dos dias vivos e das horas mortas,
esparsas e soltas…
Não é poema erudito,
nem poema popular.
Não se declama, não é dito
e não se pode cantar.
Mas é meu,
nasce em mim e em mim corre.
E por nome tem a chama que me aquece,
a força que me move.
A verdade?
Trago no sangue um poema:
a minha vontade
(data não registada)
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