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Gostaria de ver Francisco Sena Santos, Camilo Lourenço* e outros prescientes analistas encaixarem esta notícia nos seus discursos.

 

* "O vergonhoso papel das autoridades chinesas no descontrolo da epidemia", Vlog A Cor do Dinheiro, 23 de Março, excerto nas redes

 

º Prognósticos depois do jogo, escrito a 28 e publicado a 31 por aguardar uma autorização que não veio. Fosse eu presciente...

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[há dias de muita inspiração. outros que não. nada como espreitar também os postais anteriores]

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Em tempos de solidariedade

por Sarin, em 27.03.20

... o meu abraço vai para os alemães, para os austríacos, para os finlandeses e para os holandeses.

Todos teremos governantes que nem sempre, ou quase nunca, agem como gostaríamos. Mas esta posição dos seus governantes não é meramente política, é filosófica - e apenas pode ser sustentada na concordância dos seus povos.

Por isso o meu abraço. É o último.

 

De europeísta muito crítica sou, a partir de agora, anti-europeísta se com tais trastes.

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Crónicas de Santa Bárbara

por Sarin, em 24.03.20

É fácil ter dinheiro e ser contra o Estado social.

É fácil pugnar por menos Estado quando o Estado, imperfeito, nos leva capital e o distribui pelos outros.

 

Difícil é conseguir manter-se assim liberal quando as coisas correm mal.

Difícil é ser liberal e não corar quando se pede ajuda ao Estado.

Mas eles conseguem!

Um, Dois, Três, e estas são só desta semana. Que tem dois dias.

Obrigada, Der Terrorist, pelo arquivo, pela memória pública.

 

E não me venham com a treta do "se o Estado dá a uns, então os outros também têm o direito de pedir", porque direito têm, não têm é qualquer espinha dorsal que lhes permita continuar de pé a arengar contra o Estado-providência.

Se houver alguém que não goste,

não gaste, deixe ficar.

(in Menina dos olhos de água, Pedro Barroso)

 

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Um novo discurso, a mesma dúvida

por Sarin, em 18.03.20

marcelo.jpg

 

Ouvi o Presidente da República declarar o Estado de Emergência.

Está declarado, o Governo fará uso das medidas adequadas em cada momento, pois esta declaração visa, disse o Presidente, facilitar os instrumentos necessários para que o Governo possa agir rapidamente. Que os exemplos daqueles que lidam com a COVID19 há mais tempo permitam eliminar etapas, se necessário - e, para isso, havia que tomar esta atitude, disse.

Até aqui, acompanho e concordo. Há pormenores e pormaiores a discutir sobre esta concordância, e continuará a haver - ficam para outros postais.

 

Mas não percebo de onde saiu aquele, e tento citar de memória, "Portugal existia antes de muitos desses países existirem, continuará a existir depois de esses países desaparecerem"*.

Não percebo de onde saiu, não percebo porque saiu e não percebo porquê agora. Já em Goa lhe tinha saído um, para mim, afrontoso "Goa é uma das riquezas que a Índia recebeu de Portugal". E agora esta. Mas agora? Não chegam os discursos nacionalistas de Trump, Órban e outros, agora também Marcelo com um discurso nacionalista e premonitório de desagragegações, anexações - ou talvez cataclismos? Numa altura em que as raias devem ser guardadas mas os esforços devem ser conjuntos e ultrapassar todas, mas todas as fronteiras?

Não percebo. Não gostei. Não me revejo nesta parte de um discurso que foi, em tudo o mais e numa primeira leitura, um sublinhar do alinhamento das forças políticas e de gestão nesta luta contra a COVID19. Um apelo à calma e à confiança.

E depois, isto...

 

 

* não consegui encontrar, ainda, um vídeo do discurso. admito que em vez de "desaparecerem", tenha usado outro vocábulo. mas a ideia era a mesma. se não era, a leitura foi.

 

imagem recolhida em Notícias ao Minuto

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To hoard or not to hoard?*

Açambarcar ou não açambarcar? Açambarcar, mas só às vezes.

por Sarin, em 16.03.20

 

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Ponto I

Trump diz que tudo ficará bem. Que o FED está óptimo, que tudo ficará bem, que os retalhistas lhe pediram para que as pessoas comprem menos, que são fantásticos e têm muita mercadoria para vender, que as pessoas não precisam de comprar tanto. Que comprem menos, que não açambarquem os alimentos e os produtos de higiene.

Trump. O mesmo que quer açambarcar as vacinas para esta pandemia.

 

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Ponto II

Ordem dos temas:

1. Resultado do FED

2. Fake news contra Trump, Google pediu desculpa, assim está bem

3. Amigos que vendem

4. Vamos ficar todos bem

5. Está a vender-se muito mas os meus amigos (repete ponto 3) têm ainda mais para vender, tenham calma

6. Somos os maiores, não há nenhum país mais rico e olhem os pontos 3. e 1

7... ah, sim, o vírus é perigoso mas estamos a aprender com os outros países [e eu aprendo depressa, olhem como mudei de opinião em tão pouco tempo, até neste discurso]

 

 

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Onde ideias-desabafos podem nascer e morrer. Ou apenas ganhar bolor.


Obrigada por estar aqui.




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e uma viagem diferente



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