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Neologismos

por Sarin, em 15.09.19

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Favoritar. É um neologismo que significa "tornar favorito". Um verbo, portanto.

Poderia ser usado na vida partidária, mas felizmente não. Porque eu, que o uso, uso-o aqui na blogosfera. Para designar o acto de tornar favoritos os postais que pretendo trazer na volta das minhas viagens por aí.

E porque os favorito [verbo Favoritar conjugado no presente do indicativo], são automaticamente favoritados [agora no particípio passado] também pelo triunvirato, que os emoldura e deixa pendurados pelo burgo para que todos os habitantes, visitantes e até passantes se deleitem com as maravilhas d'Além.

Acontece que a rua que o Bailio disponibiliza para tal montra tem capacidade para apenas dez (#10) postais.... Dez! Isso trago eu numa viagem, caramba! Mas compreende-se, é suposto ser uma rua e não a Estrada Nacional 2.

A falta de espaço era notória, e há uns tempos a Almoxarife engendrou maneira de aumentar as paredes sem ultrapassar a altura definida. A Menestrel, claro, compôs as tabuletas e disse à Bobo: "vai e avisa que os Favoritos [podia ser adjectivo mas é nome] diminuirão lá pela blogosfera, mas que continuarão favoritados [particípio passado outra vez] aqui no burgo". A Bobo foi, mas entreteve-se pelo caminho e esqueceu-se do recado...

 

Como castigo, hoje está no Turismo a distribuir panfletos e a explicar o novo neologismo:

Desfavoritar.  Que significa "apagar os favoritados [nome. dos favoritos que foram favoritados] depois de afixados no respectivo repositório".

E caso não saibam o que sejam tais repositórios, aproveitem para os visitar que eu tenho as marés em atraso e quero ir navegar.

 

imagem: definição retirada do "Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea", da Academia das Ciências de Lisboa

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lançado às 01:21

[Apesar de esta coisa de seguir alguém ter laivos de psicopatia, mas sabem ao que me refiro.]

 

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A Almoxarife esteve a rever umas etiquetas (tag na gíria dos bloguistas que gostam de falar como se nascidos no Vale do Silicone), pois detectaram-se umas ao som de metidas onde não deviam, facto que estava a irritar a Menestrel...

Que aproveitou a onda para substituir uns vídeos que, mal etiquetados ou realmente ao som de, não tinham som nenhum porque o vídeo usado originalmente foi entretanto retirado do canal ou não está licenciado para Portugal...

E, com isto, a Almoxarife acabou por espreitar outras etiquetas, pois por vezes descolam-se e, caindo em postal errado, causam grande confusão aqui no burgo. Ou isso, ou a Bobo fez das dela só para chatear as outras...

Porque, na verdade, encontraram-se algumas fora de sítio. 

 

Claro que nestes arranjos e rearranjos o triunvirato esqueceu-se completamente de que os postais editados vos iriam parar à Área de leituras. Ou, pelo menos, assim suponho por,  de quando em vez, encontrar postais repetidos por lá... Na dúvida, optei por lançar o alerta. Ficaram consternadíssimas com tal possibilidade! Tanto, que me incumbiram de vos escrever este postal em forma de lamento.

Assim, queiram desculpar se inopinada e inoportunamente se depararam com uma enchente de postais velhotes. É que não foram dois ou três... Mas já passou: o burgo tem os canhenhos organizados, a Almoxarife está calma, a Menestrel feliz e a Bobo entreteve-se a fazer a acta que me permite agora relatar-vos os factos - sobre os quais, obviamente, não tenho qualquer responsabilidade.

Boa noite, ou assim.

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lançado às 07:00

Sem qualquer gafe. Pela Gaffe

por Sarin, em 31.01.19

Nota-se que algo de diferente se passa com este blogue... passa, não, não passa, veio para ficar: a imagem.

Desde ontem ao fim do dia que este burgo tem uma outra definição, uma outra apresentação... sim, tem um conceito! Avisei que um dia se encontraria o conceito ao blogue... 

E desde ontem o blogue já tem um conceito, e não fui eu que o encontrei.

Não foi distracção minha: sigo as ideias, os objectivos, e nunca paro para ver a imagem que reflicto nos outros. Atenta sempre às suas reacções, eventualmente adequo a minha postura às suas sem me perder de mim, dos meus valores  - e não me detenho na imagem que deixo pois não sou eu quem interessa, é a mensagem.

Talvez por isso tenha sido surpreendida pela imagem que vejo neste blogue e que é tão minha, tão eu ...  vista por outra alma.

Vista por uma delicada artista que domina a palavra como domina o desenho, se é que pode dominar o que lhe nasce vibrante na indómita inspiração, na profunda visão que lança sobre o mundo enganando quem a confunde com a capa que displicente tem aos ombros.

 

Falo de uma Ruiva que, pese o nom de plume que adoptou, apenas será gafe para quem percorra as suas avenidas distraído. Uma daquelas almas com a qual me cruzei por acaso e nesse cruzamento nos quedámos presas num comum entendimento, irmanadas no gosto pela palavra pelos princípios pela arte pela humanidade.

Gozo a felicidade de contar na blogosfera com esta mulher forte decidida elegante que por aqui se chama Gaffe. Visito-a frequentemente no seu A Gaffe e as Avenidas, reencontro-a no nosso Rasurando, reconheço-a em blogues que me são caros pelos autores e onde a sua sensibilidade e a sua arte os ilustram para lá da palavra - como neste meu pequeno burgo, inundado assim pela sua percepção de mim.

Aqui e assim gravada numa imagem que nunca conseguiria replicar, ainda que tivesse o seu dom.

Um grandenorme obrigado a esta maravilhosa Gaffe!

 

Que, pela imagem traçada, conseguiu levar-me a abandonar o laço que há anos usava. E que vai passar a estar agora na coluna lateral.

Laço Rosa.jpg

Porque as lutas não mudam só porque temos um vestido novo...

... e como eu gosto do meu!

avatar.jpg

 

 

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lançado às 17:21

A culpa é do HTML

por Sarin, em 19.07.18

Descobri que é uma chatice escrever postais no telemóvel. Deitar garrafas ao mar é fácil, mas editar o postal... 

Quero dizer, não é chatice porque se a inspiração se pode gravar em rascunho, a oportunidade não. E não é difícil, mas também não demora 2 minutos. Mas a apresentação do texto, senhores, a apresentação do texto...!!!

As funcionalidades de edição no telemóvel são muito limitadas. HTML... o bailio [os porreiros do Sapo] não tem qualquer responsabilidade excepto a de ainda não ter conseguido ultrapassar tal facto. Não que não tente.

É um limite muito curto para quem gosta de justificar texto, por exemplo. Ou verificar a sua ortografia e sintaxe - sem corrector, que de qualquer maneira nem sabia que existia no blogue até à primeira vez que trabalhei num postal via pc... que coincidiu com o dia em que justifiquei os textos todos, aí pelo princípio do mês...

Pelo menos, hoje descobri para que serve o quinto botão que me aparece na edição do postal via telemóvel; até aqui,  uma canseira a escrever, publicar, ler o texto, editar e corrigir o erro, voltar a publicar e voltar a editar porque o cursor nem sempre descia... [aqui chegada, autorizo todas as gargalhadas jocosas. a sério. as que ouvi umas linhas acima ignorei]

 

A dimensão do ecrã não chateia. Mas não poder editar irrita, principalmente desde que encontrei todas as outras funcionalidades de edição aqui mesmo à mão de semear. [exacto, agora estou a escrever no pc]

E, definitivamente, vou suspender a minha regra de não blogar ao pc - por causa daquela coisa da gestão do tempo e não me perder nas horas e etcetera, pois sim.... É que acabo por perder muito mais tempo no publica/edita/publica... e o texto nem sequer ficar justificado!

 

E assim me justifico por os textos levarem uns retoques. De forma, não de conteúdo.

Se houver uma alma que tenha lido duas vezes o mesmo postal num espaço de mais de 1 hora [gabo-lhe a paciência e agradeço a confiança ou a esperança ou tudo e vice versa] talvez tenha notado divergências no texto. A culpa é do HTML e da menestrel que não sabia para que servia aquele botanito com 4 setas. 

 

Enfim, vou continuar a lançar garrafas ao mar via telemóvel. Mas depois repesco-as para um polimento de pc e volto a lançá-las.

Há passatempos piores. Ver crescer o cabelo do Trump, por exemplo.

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lançado às 16:04

Sinais de identificação

por Sarin, em 30.06.18

Há muita alma a acusar ou a recriminar ou a apontar os bloguistas e comentadores que, não usando o nome com que os registaram nem se identificando com fotografia, falam disto e daquilo, deste e daquele. E acusam ou recriminam ou apontam estas assim anónimas ou omissas figuras publicadas, talvez mesmo públicas, por usarem nickname e avatar como se escudos para posições mais polémicas.

Alguns assim será.

 

Não é o meu caso. Não tenho medo de dar a cara pelas minhas opiniões, não receio ser vista a defender as minhas bandeiras.

Apenas não gosto de fotografias.

 

Sobre o nickname, já expliquei em Nomes, nicknames e AnonimatoObras na estrada

Mas para que não me acusem de deixar um avatar dar a cara por mim (que, não por acaso, é muito mas muito menos  importante do que  este avatar) ficam as fotos. Dou ambas as faces, porque sou assim...

... com um sinal simétrico bem no meio de cada bochecha...

... e uma particular fotossensibilidade: pouca luzmuita Luz. Um Inferno :)

 

 

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Snapshot_20110122_8.jpg

 

 

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lançado às 23:00

Obrigada por estar aqui.




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