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Sarin - nem lixívia nem limonada

Um blogue irregular onde ideias e desabafos podem nascer e morrer. Ou apenas ganhar bolor. Não faltava onde escrever e opinar. Mas faltava o blogue. Pronto, agora já não.

Sarin - nem lixívia nem limonada

Um blogue irregular onde ideias e desabafos podem nascer e morrer. Ou apenas ganhar bolor. Não faltava onde escrever e opinar. Mas faltava o blogue. Pronto, agora já não.

Plasticamente desaprendendo o que sabíamos

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 (fonte da imagem aqui)

infelizmente não consegui identificar o autor. mas a imagem merece constar entre "outras artes"

 

 

No dia em que os jornais anunciam ir uma cadeia de supermercados eliminar os plásticos descartáveis da sua oferta, recupero um artigo da Visão sobre a pegada ecológica das alternativas aos sacos de plástico leve que tantos usavam para deslocar compras e lixo.

Segundo dois estudos, independentes porque de agências ambientais governamentais de países sérios como a Dinamarca e o Canadá, a pegada ambiental associada aos sacos de propileno (plástico duro), de poliester ou de algodão é muito maior do que a associada ao plástico leve - aquele que foi banido por danos aos ecossistemas marinhos.

 

Claro que a questão não é apenas ecológica... pode, em pouco tempo, tornar-se um sério problema de saúde pública. Saúde de todos, nossa, de cada um. E sobre esta matéria sabemos ainda menos, estamos ainda menos preparados para lidar com os seus efeitos - que talvez já apareçam mas ainda mascarados.

 

Sabemos que o plástico é uma invenção muito útil. Mas, porque recente, estamos ainda a aprender a conhecer-lhe as contrapartidas.

Talvez que, se os nossos governantes mundiais e locais (sim, falo de governo central mas também de administração local) ponderassem a forma como lidamos com o fenómeno e evitassem embarcar em medidas populistas e imediatas, nos poupassem algum alarmismo e conduzissem a melhores resultados globais. Uns euros ter-nos-iam certamente poupado, mas não é por aí a minha crítica.

Porque o que resulta destas divergências de informação, que não são responsabilidade de ninguém senão do próprio fenómeno, é haver profunda necessidade de analisarmos e ponderarmos as decisões em matéria de ambientalismo.

As decisões dos Estados mas também as decisões dos indivíduos.

Porque a Terra é um sistema formado por vários ecossistemas em frágil equilíbrio. E os fenómenos são aquelas peças que não sabemos muito bem onde encaixam e como farão mover o fiel da balança.

A solução no imediato passará por reduzir o consumo de recursos, reutilizar, reciclar - os 3R... e analisar muito bem o impacto sanitário ou a pegada ambiental daquilo que fazemos e consumimos.

Acho que é exequível...

*** Obrigada por estar aqui. Sarin *** Info sobre o blogue em i, no cabeçalho

9 comentários

[A palavra a quem a quer]