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Sarin - nem lixívia nem limonada

Um blogue irregular onde ideias e desabafos podem nascer e morrer. Ou apenas ganhar bolor. Não faltava onde escrever e opinar. Mas faltava o blogue. Pronto, agora já não.

Sarin - nem lixívia nem limonada

Um blogue irregular onde ideias e desabafos podem nascer e morrer. Ou apenas ganhar bolor. Não faltava onde escrever e opinar. Mas faltava o blogue. Pronto, agora já não.

Para começar, Colleen McCullough

Tim.jpg

 (fonte da imagem aqui)

 

 

A história de uma mulher eficiente e muito independente que se descobre semelhante ao seu diferente.

Publicado pela primeira vez em 1974, na Austrália.

Chegou a Portugal pela editora Difel. Não sei bem quando; lembro-me de ter sido mencionado na revista Mulheres (aquela fundada em 1978 pela Maria Teresa Horta e outras e outros), mas sei que de então apenas retive o título.

Tinha acabado os exames de acesso à universidade quando o li. Duzentas e cinquenta e seis páginas entre uma capa mole com uma alcachofra como ilustração. A minha mãe apenas me disse para o ler quando pudesse. Nada mais. Mergulhei desconfiada na escrita crua e emergi inconsciente. Demorei um tempo imenso a apreender o que tinha lido. Reli-o cerca de meia hora depois. Quando aceitei a possibilidade barafustei com o barulho no jardim, tal como Mary... ela com as cigarras, eu com os pardais que acordavam. Nenhum Tim me bateu à porta.

 

 

O nome da escritora é Colleen McCullough.

Não apresento a capa do meu livro porque não comigo de momento. A da ilustração tem uma gralha grosseira. Lamentável.

 

Adenda, às 1h20 do dia 5 de Julho

Entrentanto, pude fotografar o meu velhinho primeira edição que era (é) da minha Mãe.

A capa é a melhor que conheço, mesmo olhando a da primeira estampa do livro australiano. A Difel era boa.

Tim

 

 

7 comentários

[A palavra a quem a quer]