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Sarin - nem lixívia nem limonada

Um blogue irregular onde ideias e desabafos podem nascer e morrer. Ou apenas ganhar bolor. Não faltava onde escrever e opinar. Mas faltava o blogue. Pronto, agora já não.

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Isabel, Elizabeth e Elisabeth

O meu segundo nome é Isabel. Um daqueles Isabel que vem de muitas avós e que é nosso e dos nossos irmãos espanhóis. Há quem o diga Inzabel, mas isso é estória e não história.

 

No mundo anglo-saxão puseram-nos o Isabel como Isobel, mas não fizemos por menos e às Elisabeth deles chamámos Elisabetes. E depois ficámos com elas.

 

A propósito do postal anterior, descobri que a Gaskell que sempre chamei Elisabeth é, afinal, Elizabeth... desde que li pela primeira vez os preconceitos da Bennett estranhei ser ela Eliza, Lizzie para os íntimos, quando Austen a baptizou Elisabeth.

E ontem descobri que não foi Austen nem foram os pais de Gaskell nem tampouco os senhores da conservatória do Registo Civil ou Paroquial lá do sítio quem lhes mudou o nome.... Foi o meu cérebro, talvez com a ajudinha de tipografias manhosas e revisores distraídos... mas só eu sou responsável por perpetuar a asneira, e ainda bem que a eternidade tem duração limitada.

 

Se andei um ano a olhar para ele, apenas hoje reparei na capa do Norte e Sul, e deslizei veloz porque não nas curvas do S: fui pesquisar, documentei-me e, horror! Andei a pontapear o inglês! Elisabeth é germano e franco e normando... na Grã-Bretanha optaram por ultrapassar pela direita e zás!, espetaram-lhe um Z!!! 

 

Confirmados o erro e a grafia, só me resta corrigir e assumir a minha falha:

 

A todas as Elizabeth  a quem estes anos chamei Elisabeth (incluindo as anglo-saxãs do início do texto), as minhas públicas desculpas.

Não foram muitas - e elas sabem quem são... não por acaso, às Rainhas, não. A essas, corto com Ás. Não à Isabel II, claro, as regras do bridge são diferentes e com ela não jogo sueca mas apenas por pruridos de diplomacia internacional.

Obrigada por estar aqui.

2 comentários

[A palavra a quem a quer]