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Eu, troll

por Sarin, em 11.12.19

troll.jpg

Em conversa vespertina com uma bloguista amiga, dizia-lhe que provavelmente seríamos ambas mulheres de pés grandes pois passamos a vida a tropeçar em perfis fantasmas - aqueles perfis que hoje são um e amanhã são outro e em cada dia se fingem, se omitem, se escondem em novos blogues, privados ou eliminados os anteriores, quais rei morto e rei posto. Perfis surgidos para dar largas a obsessões, para satisfazer impulsos, para liquefazer fígados? Por mim, estaria tudo bem pois a cada um a sua diversão - se, no caminho, não contaminassem os mais incautos. Mais incautos porque mais puros, porque mais doces, porque mais gentis - incapazes de aceitar que, até aqui, surjam monstros no nosso caminho.

Porque, aqui, somos uma comunidade de blogs com gente dentro. Gente que acolhe quem chega, gente que visita e apoia os aqui vizinhos, gente que se partilha de variadíssimas formas, gente que normalmente sabe estar. E que, repentinamente, se vê envolta em tentativas de intriga. Em falsas simpatias. Em falsas doenças. Em falsos suicídios. Em verdadeiras ofensas. Em reais ataques. Gente que, com as palavras, abre os braços e abre o peito - onde as cascavéis acabarão por cuspir o seu veneno. Gente que sai desconfiada, debilitada, fraca destes nefandos encontros.

Perante estas misérias que, ocasionalmente, nos infectam o charco, disse-me um bloguista que muito prezo serem tais criaturas gente sem gente dentro. Não poderia haver melhor definição.

 

Duas outras queridíssimas bloguistas tropeçaram há horas nas mesmas criaturas e disso me alertaram, para minha confusão pois supunha ter-lhes falado da ressurreição destes lázaros de pacote. Percebemos que, se pouco nos espanta realmente neste mundo, a sobrevivência destas malsãs quase-baratas continua a ser-nos um fantástico mistério!

Porque só pode ser quase-barata quem dos dejectos faz alimento, quem na putrefacção se banha, quem com o fétido se perfuma! Mas se as baratas se fingem de mortas quando apanhadas, as quase-baratas estrebucham, e é essa a derradeira diferença: na sua vaidade de casca grossa não se apercebem das semelhanças entre os seus alter ego e ainda se tentam fingir alheias a tais criações, acabando esmagadas entre o seu id e o seu superego.

 

Intróito feito, passemos aos factos.

Numa noite de Agosto, em que a actualização e limpeza de computadores não me permitiam afastar os olhos dos ecrãs, tropecei num blogue que inicialmente me atraiu por falar em sociedade e tolerância. Fui lendo, fui comentando, cada vez mais incomodada com a transformação da preocupação com a sociedade e do espírito humanista em ofensas a pessoas específicas e em moralização - mas uma moralização muito particular, que rapidamente notei idêntica à de algumas personagens Orwellianas. Por exemplo, se num postal se dizia sofredor por esta sociedade intolerante, num outro identificava pelo nome uma bloguista aqui da comunidade dizendo-a narcisista e vociferando que tal pessoa não devia ter filhos pois que se manifestara orgulhosa da posição tomada pelo rebento, menor de 10 anos, contra as touradas, enquanto num terceiro postal chamava, e cito, "pedaço de merda" ao padre que tirou fotos em cuecas e assumiu ter e manter actividade sexual com mulheres. A frequência dos meus comentários foi-se tornando inversamente proporcional à inconsistência, à vaidade e ao ódio que fui encontrando nos postais de que acabei por desistir. 

No dia seguinte o autor de tais desabafos de um desconhecido respondeu aos meus comentários, a alguns mais do que uma vez. Tendo-lhe ignorado quase todas as respostas, apenas rebatendo uma ou outra porque demasiado absurda, perante a insistência acabei por responder que, como poderia perceber pelos meus mais recentes comentários, eu não teria grande interesse nem em manter as conversas nem em voltar a tal blogue - e instada a explicar porquê, achei que o autor merecia a verdade: descria da veracidade das suas trágicas histórias pessoais, lamentava a sua falta de consistência e abominava o crescendo de intolerância manifestado num blogue cujos postais iniciais apelavam a uma sociedade tolerante.

O autor resolveu apagar os meus comentários, tornar privados vários dos postais onde o havia questionado pelas verrina, intolerância e incongruência, e publicar um postal. Onde se lamentava como pobre alma que usava o blogue para desabafar, sem qualquer intenção de ser lido e muito menos comentado [apesar de se dirigir directamente ao leitor] e que, insuspeitada  inusitada e injustamente se vira vilipendiado por um ser abjecto que nada melhor arranjou para fazer do que "espreitar-lhe pela janela" (textual!) e provocá-lo com "muitos comentários". Percebe-se a manobra de elisão - se analisados os tais "muitos comentários", ver-se-ia que foram menos de um comentário por cada um dos primeiros postais lidos, e que as provocações estariam nas suas respostas. Não me quis chatear - tenho uma certa facilidade em ignorar quase-baratas. Desde que não contaminem muito.

Assim, publiquei um postal que, referindo-se a generalidades, pretendia também alertar para a turbulência causada por alguns autores. Se pelo meu postal, se por outro motivo, a verdade é que o autor não causou grande mal; ou, se causou, a nenhum li sobre tal.

 

Num dos vários postais lidos na tal madrugada, lamentava-se o autor por não ter podido ajudar uma namorada que só mais tarde soube ter sido violada em criança, cujo pedopsicólogo também a violara nas sessões onde usava "um tratamento secreto que não podes contar a ninguém". Carpia-se pela namorada que, mais tarde, se entregava aos homens em busca de amor-próprio, culpava-se inquieto por sentir que a violara de cada vez que com ela fizera amor, flagelava-se pois não soubera socorrer a pobre Raquel como esta merecia e, por tal, iria sentir-se mal o resto da vida - desejando no percurso fazer atrocidades monstruosas e sanguinárias a quem a havia violado, ao pedopsicólogo que a havia acompanhado e a todos os homens que dela haviam abusado. 

Lido assim, isolado, seria uma história terrível que convocaria toda a empatia, toda a solidariedade, todo o apoio - mas eram tantos os postais relatando na primeira pessoa as dores pelos amigos violados, pelos amigos suicidas, pelos amigos criminosos, pelos amigos presos em vícios vários, que qualquer verosimilhança morria afogada no exagero. Nem comentei. Convém não esquecer que li todas estas histórias na mesma madrugada, o exagero e, acima de tudo, as inconsistências brilhando com uma energia que talvez não tivessem numa leitura espaçada pelos dias. Ou talvez sim, pois que a memória não me costuma ser fraca.

Na segunda-feira tropecei nesta mesma história ao visitar os Últimos posts. Pequenas alterações, um outro título - mas eis que surge publicada num blogue novo de dias. Coincidência? Para comparação, procurei o desabafos de um desconhecido e descobri-o desaparecido. O autor tinha o perfil privado. O autor do confissões também.

Li alguns dos postais destas confissões. Lá estavam os mesmos tópicos que nos desabafos

Estranhei as intenções e o transvestismo, pois que a escrita, fruto talvez da liberdade criativa, tentava das histórias fazer casos recentes. E disso lhe dei parte: " Curiosamente, li esta mesmíssima história num outro blogue. Felicidades ao Autor, que aqui se transveste com outro perfil." Respondeu-me dizendo não saber a que me referia mas supondo-me feliz com o comentário. De tantas figuras de estilo possíveis, a ironia não seria aqui a mais aconselhada, por isso peguei-lhe no sentido literal das palavras e elucidei-o. Nada originalmente, apagou-me os comentários.

apagadas (1).jpg

Mas antes de o fazer tirou fotografias, que usou para - tal como se numa repetição da cena - construir um postal queixando-se da minha agressão, da minha instabilidade e da minha necessidade de atenção .

Ah, a ironia e a incoerência! Tendo afirmado que me daria os meus 5 minutos de fama... 

cinco minutos.jpg

... publicou as fotos cortando  o meu nome e a minha imagem.

co (1).png

co.png

Mas, bem-haja, não me votou ao total anonimato pois que me chamou troll.

trolllll.jpg

E, após ponderação, editou o postal - para reiterar o epíteto. Dúvidas houvesse, foram elididas - tal como o meu nome e a minha imagem. Sou, definitivamente, troll.

fim.jpg

Eu, troll, aqui me confesso culpada de tropeçar duas vezes na mesma quase-barata. E de ter muito prazer em a voltar a ignorar, agora que transvestida e afixada nas paredes deste burgo.

 

Da segunda criatura... Lao Tse falará com mais paciência do que a que tenho de momento..

 

[Cuidemos de todos cuidando de nós: Isolamento social. Etiqueta respiratória. Higiene. Calma. Senso. Civismo.]
[há dias de muita inspiração. outros que não. nada como espreitar também os postais anteriores]

Autoria e outros dados (tags, etc)

Onde ideias-desabafos podem nascer e morrer. Ou apenas ganhar bolor.


Obrigada por estar aqui.



37 comentários

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De naomedeemouvidos a 11.12.2019 às 09:20

Sabes que vais para o inferno, não sabes? É possível que nos encontremos lá. Também. 
Beijos.
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De Sarin a 11.12.2019 às 09:21

Conto com isso. Tudo isso :))
Beijos
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De MJP a 11.12.2019 às 10:49

Gabo-te a pachorra, Mulher!!! ;)
(desconfio que nos encontraremos, todas, no mesmo sítio!!!
Beijos**
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De Sarin a 11.12.2019 às 10:51

Sem dúvida que encontraremos! :D:D:D
Beijos :***
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De Sarin a 11.12.2019 às 10:55

Já viste bem a quantidade de emails que agora tinha que remeter? Não tenho vida para isso - pendurado no muro do burgo cá fica, unwanted dead or alive :)
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De Maribel Maia a 11.12.2019 às 11:12

Assumo que não tenho tanta paciência....
Beijinhos
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De Sarin a 11.12.2019 às 12:04

Olá, Maribel, bom dia :)
Não é tanto questão de paciência... mas vejo a maldade e a perfídia destas quase-baratas e o quão incomodam algumas pessoas genuinamente boas que temos na vizinhança. Umas sabem defender-se, outras não acreditam mas sentem-se incomodadas pelos ataques sucessivos e outras acreditam nas histórias contadas, sofrendo por empatia. 
Decidi colocar um aviso: "quase-barata. perigo de intoxicação" :))
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De Maribel Maia a 11.12.2019 às 17:51

Não tenho toda essa dedicação, assumo.... Mas tenho um orgulho imenso em ser tua vizinha.... adoro essas tuas respostas!!!!
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De Sarin a 12.12.2019 às 08:48

Obrigada, Maribel :)
Preferia passar sem ter de as dar, mas pronto ;)
Beijocas, tem um bom dia 
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De imsilva a 11.12.2019 às 12:10

Neste tenho que rosnar, e não será bem para ti. Recuso gastar pensamentos nesse assunto,( pelo menos agora) e quero que te concentres no conto de Natal, que com certeza já encontras-te  por ai algures. Calma e descontração é o que se deseja, principalmente em alguém convalescente. Beijinhos 
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De Sarin a 11.12.2019 às 12:13

És terrível, im, és terrível :D
Ainda não encontrei, mas procurarei... dia 23, certo?
Olha que o meu conto de natal em 2018 foi muito fofinho... pode bem sair-me uma coisa assim doce :/
Beijocas :**
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De Mariali a 11.12.2019 às 14:20

Sarin, a ti, parece-me, que nada passa despercebido. 
Está aqui um texto aprofundado, um estudo de caso pertinente. Nem sei se percebi bem, ou se não quero perceber. Quero estar por aqui de modo descontraído e, como não faço sombra a ninguém, já sabes como é... 
Que há perfis que mudam constantemente, isso já me apercebi, mas é gente que não faz mal a ninguém, jovens no início de carreira...Penso.
beijinhos
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De Sarin a 12.12.2019 às 09:03

Olá, Mariali, bom dia.
Navego muito, vejo muita coisa, apercebo-me de muita coisa. Como eu, outros, mas eu talvez sofra de um qualquer síndroma da alma inquieta, pois pontapeio tudo o que pareça perigar este nosso saudável charco onde concordamos e discordamos sem cortar cabeças. 
Não penses muito nisto, apenas mantêm a atenção :)
E, temo desiludir-te, mas não me parece: os jovens em início de carreira, tão doces e pueris, não perceberiam Lao Tse se não percebessem o postal que o antecede. Não perceberiam Lao Tse, ponto. Ou pronto, pois já desapareceu. Como sempre faz quando apontada - aquele registo não se aguenta muito tempo sob um mesmo pseudónimo...


Quem quiser que os estude - as perturbações são profunda e evidentes. Eu não os estudarei - já me chega neles tropeçar!
Beijos :)
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De Mariali a 12.12.2019 às 23:05

Beijinhos, Sarin 
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De Miluem a 12.12.2019 às 22:12

Olá Mariali 
A Sarin é de Olhão 
Há perfis que pelo estilo dão nas vistas.
Eu sombra faço! Se me puder à frente do sol 
Beijinhos 
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De Rui Pereira a 11.12.2019 às 21:32

A tia Troll... :))
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De Sarin a 12.12.2019 às 09:05

Sou fofinha, não sou? :D

Tenho que reunir postais para a Sobrinha. Não tem sido fácil, mas a Tia, agora Troll, não pode estar parada :))
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De Miluem a 12.12.2019 às 22:13

Gaba-te cesto!
És fofinha.
Beijinhos 
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De Sarin a 12.12.2019 às 22:43

A imagem, Miluem, a imagem! :D


Bejocas :)
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De Ricardo Nobre a 11.12.2019 às 22:19

Zeus do Olimpo! O que é que o cu tem que ver com as calças?
A criatura escreve sobre encher chouriços, dizem-lhe que aquilo é copiado (ou republicado de outro lado) e ela responde que os chouriços são muito importantes e que quem percebeu a reutilização da prosa é troll?
Vamos é arranjar um termo português para troll. Sugiro enxurro de cloaca. Ou lambisgonhice excrementícia.
Sarin, essas pessoas criticam-se assim: Mão no nariz! Quando passar por elas encharque-se em água-de-colónia e arregace as calças (ou as saias).
(Sim, sei as falas do jantar no Hotel Central, no capítulo VI d'Os Maias quase todos de cor: «à hora asseada do jantar, não se mencione o excremento!»)
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De Sarin a 12.12.2019 às 09:11

Conheço algumas pessoas que conhecem livros quase de cor, eu incluída - mas o Ricardo ultrapassa qualquer uma :))))


Estas pessoas incomodam-me pelo mal que fazem a outras, que a mim podem chamar o que quiserem - o Ricardo conhece a minha teoria sobre as ofensas, parecida com a sua.


Este nada a ver é sintomático - já noutro blogue a dissociação era evidente. O superego da criatura é uma excelente personagem - Eça teria chafurdado até Almada Negreiros chegar :)))))


Gosto de "enxurro de cloaca". Ou simplesmente enxúndias. :))
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De Luísa de Sousa a 11.12.2019 às 22:19

Oh Sara, nem sei o que te dizer!!!
Não te passa nada despercebido!!
Já eu ...!!!
Obrigada por nos alertares!!!
Beijinhos
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De Sarin a 12.12.2019 às 09:16

É mesmo por alerta que escrevo, querida Luísa. Porque sei que há pessoas, muito melhores pessoas do que eu, que se emocionam e tentam genuinamente apoiar quem se aproveita da sua bondade e simpatia.
Beijos, Luísa, e que nunca as cascavéis te consigam ferir. 
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De confissoes a 12.12.2019 às 09:32

Okay, eu dou-lhe mais cinco minutos de atenção, mas aviso-a que esta brincadeira que anda a fazer não só viola os artigos 181 e 183 do Código Penal Português, entre vários outros, como viola as próprias Condições de Utilização do SAPO Blogs, nomeadamente os artigos 3.5 e seguintes.

O mais fascinante no que acabou de dizer não é tanto a tentativa de insultos - como esses viverei eu bem, e dão-me até tudo o que preciso de saber sobre o seu carácter, enquanto pessoa e ser humano -  mas o facto de apresentar aos seus leitores uma visão ora sem quaisquer provas (conveniente, não é?!), ora com factos totalmente adulterados. Mais do que comentar tudo isto, foquemo-nos no crucial:

Eu acredito, acima de tudo, que as pessoas devem julgar factos comprováveis, não fantasias. É essa a base do Direito ocidental. Como caso de grande importância, foi aqui pegado somente na minha referência à Raquel num post sobre pedofilia. Inventou um conjunto de situações, adicionou-as a algo que disse ter lido noutro sítio, e depois... afirma que são iguais, que são a mesma coisa, que os autores são um e o mesmo.
Nesse sentido, contrariamente ao que foi fazer ao meu espaço, agora teve a gentileza de nos dizer muito directamente onde diz ter lido isso. Também felizmente para ambos, com essa referência eu pude aceder à cache do Google do ficheiro XML do conteúdo desse espaço e recuperei algo de muito interessante. Julguem, por vocês mesmos, o que estava escrito nesse post agora desaparecido: https://textuploader.com/1o7oo (https://textuploader.com/1o7oo) . Comparem-no com o que eu próprio escrevi em https://www.confissoes.pt/pedofilia-7182 (https://www.confissoes.pt/pedofilia-7182) , e comparem-no igualmente com a versão acima, apresentada por esta pessoa - inventa violações, inventa relações amorosas entre o autor e essa "Raquel", inventa pedopsicólogos onde não os há, e assim por diante.

Quanta divergência, quanta fantasia, quanta - e isso sim, digno de nota - deturpação do que diz ter lido, ainda para mais quando quer assegurar a veracidade das suas palavras com "a memória não me costuma ser fraca"!

Mas eu não vos peço que acreditem em mim. Nem por um só segundo. Peço-vos, isso sim, é que contemplem uma questão crucial - eu escrevi sobre um tema importante, um tema que me é até doloroso. Introduzi-o até alertado os leitores para a minha dor, frisando que aquelas linhas "são minhas e para mim" e dando-lhes "a sugestão muito clara de que passem ao post seguinte". Face a isso, parece-vos correcto que esta pessoa tenha sentido a necessidade de vir meter a sua colher pessoal no tema, afirmando-se dona de uma verdade (como se vê ali, deturpada) e puxando a proverbial brasa à sua sardinha?

Façam-me um pequeno favor. Suponham até que tudo o que ela acabou de dizer é verdade. Mesmo que o fosse, não vos parece correcto que, dada a gravidade do tema, se impunha um mínimo de decência e de respeito? Leiam, nas imagens acima, nas mesmas que aqui foram partilhadas, a forma como eu tratei o tema dos trolls, e leia-se igualmente a forma - pejada de insultos constantes - com que aqui a pessoa me tratou. Isso não deveria, por si mesmo, dizer muito?
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De Não Identificado a 12.12.2019 às 09:44

Seja como for, caro amigo, a intervenção da Sarin não configura um caso de trollismo, pois não?
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De Sarin a 12.12.2019 às 09:47

Nem vale a pena dar mais respostas a esta criatura, hacker de ponta, aliás!
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De Ricardo Nobre a 12.12.2019 às 21:37

Esta gaita saiu não identificado, mas o comentário fui eu que fiz (aborreço anónimos).
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De Sarin a 12.12.2019 às 21:45

Pelo conteúdo, percebi :)
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De confissoes a 12.12.2019 às 22:34

"Et tu", Ricardo? "Et tu?" Confesso, nunca pensei que te veria metido numa coisa destas. Deveria eu lembrar-te o que Cícero diz no tratado da amizade, retirado de Aristóteles, sobre o pão e o sal? Ou, na mesma obra do mesmo autor, as linhas sobre a impropriedade de devolvermos uma espada a um amigo bêbado? Acho que a semana que vem vai ser um bocado estranha para ambos...
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De Sarin a 12.12.2019 às 09:45

Olá!
Conseguiu aceder à cache do google para retirar um texto de publicado por um autor que não o senhor, texto esse que havia sido publicado num blogue que não da plataforma Google, o blogspot, mas sim na plataforma Sapo?
Ou é um excelente hacker que descobriu o autor e lhe invadiu o computador cometendo várias infracções nacionais e internacionais, ou é exactamente aquilo que acima referi.


Pela terceira vez, não tenho qualquer interesse em manter diálogo consigo. Mas sinta-se à vontade para escrever por aqui. Dou sempre espaço a quem o solicita - como histórico é excelente.
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De Miluem a 12.12.2019 às 22:19

Caro Senhor,
Eu sei que depois desta resposta, vai passar a atazanar a minha pessoa, mas pronto.
Sinceramente, pense com clareza, pondere.
Nós não o conhecemos de lado nenhum, essa é a verdade.
Conhecemos a nossa amiga Sarin.
Quem é que acha que vamos apoiar?
Cumprimentos
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De confissoes a 12.12.2019 às 22:37


Essa parte eu compreendo totalmente, não se preocupe. Como já disse acima, 'Mas eu não vos peço que acreditem em mim. Nem por um só segundo. Peço-vos, isso sim, é que contemplem uma questão crucial - eu escrevi sobre um tema importante, um tema que me é até doloroso. Introduzi-o até alertado [sic.] os leitores para a minha dor, frisando que aquelas linhas "são minhas e para mim" e dando-lhes "a sugestão muito clara de que passem ao post seguinte". Face a isso, parece-vos correcto que esta pessoa tenha sentido a necessidade de vir meter a sua colher pessoal no tema, afirmando-se dona de uma verdade (como se vê ali, deturpada) e puxando a proverbial brasa à sua sardinha?'



E agora, deixarei este espaço para sempre. Divirtam-se.
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De Sarin a 12.12.2019 às 22:44

Obrigada, Miluem :)
Mas, a sério, a criatura não merece que percamos tempo com ela...
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De Maria a 12.12.2019 às 12:26

A minha Troll favorita, detecta à  distância as estas "quase batatas" sempre  prontas a destilar peçonha. 
Nunca percebi o que as move, se for doença mental, até  compreendo, mas julgo crer que é  apenas  maldade. 
Já deve haver outra destas criaturas a preparar-se para "cuspir" fel.
Segundo li, as pestes resistem ao nuclear, por isso não  há  baygon que as extermine, só  desaparecem por uns tempos.
Beijos e um dia feliz.
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De Sarin a 12.12.2019 às 13:09

Olá, Maria. Nem sei o que seja... mas podiam ser como as baratas e fingirem-se de mortas; mas estrebucham e estrebucham - viste bem a anormalidade que escreveu ali acima? Mas o imbecil quer passar quem por idiota?! A sério, não há paciência! E eu que apenas lhe fiz um comentário, "reconhecido". Esta criatura deve ser muito dedicada - vê tu bem que, para provar que eu sou mentirosa, uma verdadeira troll!, conseguiu em 24 horas rastrear e invadir telemóveis e computadores de um desconhecido de quem a única informação que detinha seria o nome de um blogue que já nem existe. E teve tanta sorte que o tal autor até usou o Chrome como navegador - podia usar o Edge, o Mozilla, o Safari, o Brave, o Opera, o Voyager.... e tantos outros! E, por sorte, é um autor que não limpou a cache desde Agosto, que bom! Em menos de 24h conseguiu isto tudo e até conseguiu identificar o texto em causa - nem sei como, uma vez que, segundo disse (nem fui ler, claro), o texto é completamente diferente... TÃO, MAS TÃO IDIOTA! Deve achar-se o supra-suma da inteligência, e depois tropeça nos próprios pés sem, sequer, se mexer!


Enfim...É maldade, sim, e muita vaidade.
Beijocas, Maria, e obrigada. 

[a palavra a quem a quer]




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