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Dois amores

por Sarin, em 10.08.18

 

 

Ele, Mikhail Baryshnikov, formação em bailado clássico.

A música, clássica, La Bayadère de Ludwig Minkus.

A coreografia, bailado clássico, de Marius Petipa.

A ocasião, Concurso Internacional de Bailado Clássico de Moscovo 1969 (Moscovo, Rússia - então URSS)

 

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8 comentários

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De Pedro D. a 10.08.2018 às 18:04

Conheci o ballet através de uma namorada que tive e que trabalhava na Gulbenkian. Até esse dia para mim era uma seca, passei a adorar. Mas tenho um pequeno detalhe: não gosto de ver ballet na televisão... nunca percebi o motivo.
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De Sarin a 10.08.2018 às 19:13

A caixinha mágica é, mesmo com ecrã gigante, demasiado pequena para a dimensão dos movimentos de tal arte :)

O ballet atraiu-me com 2-3 anos, exactamente na televisão. Isto segundo contam, claro. Apaixonar-me foi aos 5 anos, num filme visto num cinema de ar livre em Vila Real de Santo António. O nome não recordo, mas Baryshnikov era o protagonista. Passou a ser protagonista dos meus sonhos de bailado, que estudei anos mais tarde. "Estudei", ao bailado - ao Mickail só mesmo em sonhos :)
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De júlio farinha a 11.08.2018 às 00:53

Olá Sarin. Bonita oferta aos visitantes do seu blogue. Também frequento a Cidade de que fala e os arredores.
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De Sarin a 11.08.2018 às 01:08

Nunca visitei; está na forja.

Mas frequento a Cidadela onde moram os bailarinos clássicos - pelo menos os que dançam com a alma mesmo quando o corpo não lhe acompanha o movimento :)
Só nunca tive a sorte de tropeçar no Mikhail...
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De júlio farinha a 11.08.2018 às 01:34

Peço desculpa se não fui claro. Referia-me, modestamente, a VRSA onde viu o filme na sua infância.
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De Sarin a 11.08.2018 às 01:59

Lamento, percebi que a cidade referida seria a do postal... mas mantenho a vontade de a visitar :)

VRSA continua a ser uma (agora) cidade de eleição: pelas muitas memórias de verões e invernos, pelo Guadiana e pela travessia de barco, pela arquitectura pombalina, pelo Aleixo e pelas outras gentes mais nossas contemporâneas. Ah, sim, e pelo melhor arroz de lingueirão do Mundo!
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De júlio farinha a 11.08.2018 às 16:03

Já tinha a percepção de que tenta escolher o melhor dos locais ou pessoas que conhece ou visita. Isso tem a ver com cultura, acho.
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De Sarin a 11.08.2018 às 16:16

Se for para escolher o pior, para quê sair da caixinha outrora de ilusões que nos entra em casa todos os dias?

Há que ver o bom e o mau para se perceber um contexto - mas se a história é feita de todos os pedaços, é a memória do bom que nos leva a ansiar o dia seguinte. Cultura é, a meu ver, sabermos aceitar o bom como é e não como o esperamos :) Pode estar nas pedras da calçada, por exemplo... e em VRSA também está.

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