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das raças, dos sensos e dos censos

por Sarin, em 20.06.19

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Nunca percebi isto das raças humanas. Caucasóides, Negróides e Mongolóides sempre se esboroaram nas perguntas que fazia, nenhuma resposta antiga satisfazendo as minhas dúvidas.

Segundo o que li e continuo a ler, as classificações das raças humanas baseiam-se em questões anatómicas: o formato do crânio, do nariz, do maxilar, da testa... e não, abaixo do queixo não apresentam grande distinção, esqueçam lá isso.

A frenologia é uma pseudo-ciência, desvalorizada por praticamente todos os investigadores dado não apresentar sólidas evidências que relacionem a estrutura dos ossos do crânio com a personalidade do indivíduo; mas no século XIX tinha alguma validade e chegaram a consultar frenologistas em matéria de criminologia. Bom, eu penso que as teorias racialistas estão ao nível da frenologia. 

Peguemos numa das que dizem ser distinções das raças: o formato do crânio. Os negróides têm crânio dolicocéfalo, mas alguns têm-no braquicéfalo; os mongolóides têm crânio braquicéfalo, mas alguns têm-no dolicocéfalo; e os caucasóides sem dúvida que o têm dolicocéfalo, mas nem todos porque os há braquicéfalos. Estes "alguns" e "nem todos" não são indivíduos aleatórios mas grupos de indivíduos originários de uma mesma região, a que atribuiram a classificação de sub-raças. Suponho que outras diferenças dentro das sub-raças definiriam sub-sub-raças, mas talvez aos investigadores racialistas não seja útil seguir por aqui, não vão descobrir sub-sub-raças negróides cujas características sejam iguais a sub-sub-raças caucasóides - é que perante tal nem os mais astutos se desembrulhariam e poderiam os dados acabar por autopsiar de vez uma teoria que, para esta leiga, se assemelha a uma fraude maior que o Homem de Piltdown. 

Então, se um negróide pode ter as mesmas características que um caucasóide, como se define a raça? "Pela cor da pele." Ah, a cor da pele, essa barreira...

E, assim, cheguei aos dias de hoje acreditando não existirem raças humanas. E cada dia mais convicta. Até porque entre animais selvagens falamos de sub-espécies, raças reservamos unicamente para os animais domesticados. Raça é uma criação humana, não apenas o conceito, que esses são todos, mas a própria diferenciação anatómica tão cara aos criadores de puros-sangue de tantas espécies.

E lembremo-nos da escravatura, que vai muito além daquilo que os nossos lusos ancestrais fizeram e que deles não foi nem invenção nem exclusivo: escravatura é todo o acto de subjugar um indivíduo, domesticando-o e considerando-o propriedade. Numa época pós-iluminista em que barcos de expedição se cruzavam com barcos negreiros sem qualquer rebuço, seria natural, fácil e até politicamente relevante racificar a humanidade. E não confundamos raças com castas, por favor. Penso que ter uma base científica para justificar o tratamento desigual lhe seria, à sociedade ocidental, muito mais racional e adequado aos tempos dos grandes filósofos modernos - uma excelente justificação para costumes antigos e economicamente confortáveis. 

Mas não, creio pelas evidências científicas que o homem se adaptou a quase todos os climas, e nisto seremos das poucas espécies conhecidas assim quase ubíquas, e com os diferentes climas surgiu a diferenciação na organização social dos indivíduos e na organização de algumas células do indivíduo (não valerá a pena falar desta questão, na escola falámos de hereditariedade e da teoria das espécies, e todos saberemos que os olhos e pele clara são típicos dos nórdicos e que a pele clara fica normalmente morena ao sol - excepto talvez a daqueles indivíduos que têm pouca melanina e muita pressa de a activarem, o que apenas lhes vale queimaduras de primeiro e segundo grau). Com a incursão dos povos noutros territórios, noutros povos, as características deixaram de estar concentradas em grupos homogéneos - globalizaram-se de acordo com a dominância genética em cada reprodução.

 

Vem esta longa introdução a propósito dos censos e daquela pergunta que o Grupo de Trabalho criado pelo Governo tinha recomendado ao Instituto Nacional de Estatística, e que este recusou: a que grupo étnico-racial pertencemos, cada um de nós.

Pergunta cuja recusa fez alguns actores políticos e comentadores da nossa praça arrancarem os cabelos e acusarem o INE, o Governo, a Oposição, e até talvez a Maria da Fonte, de quererem empurrar o assunto do racismo com a barriga.

Pessoalmente, agradeço que a tenham retirado, pois perante tal pergunta sou muito bem capaz de me dizer túlipa arraçada de pão-de-ló - porque, vejamos, não será pertinente começarmos por esclarecer muito bem o que é isso de "grupo étnico-racial"?

Grupo étnico percebo, compreendo, aceito, respondo. Embora não ao Gabinete dos Censos, mas já lá vamos. Etnia é cultura, vivência, povo. Agora, raça... tecnicamente pode ser sinónimo de família, de grupo com usos e costumes iguais entre si. Mas a confusão que vai, que nos vem de séculos, com este conceito, parece-me mais do que suficiente para desaconselhar o seu uso em questões desta natureza.

E, afinal, no Grupo de Trabalho e no grupo dos comentadores descabelados, defendem a existência de raças humanas?

Porque se com a pergunta querem respostas para aquilatar a dimensão do racismo em Portugal, penso que deveriam começar por esclarecer de que racismo falamos, do que se centra no grupo com hábitos distintos ou naquele que tem por alvo o indivíduo com fenótipo diferente - e que fenótipo. Porque não acredito que as loiras sejam burras, e assim morena aguardo interessadíssima o esclarecimento desta questão "etno-rácica" e de quais os fenótipos que entendem dignos de nota. Também não percebo como pretendem medir o racismo por aqui, mas primeiro esclareçam-me estas questões, por favor.

 

Note-se que defendo que se conheça com a maior exactidão possível os grupos étnicos que compõem a nossa sociedade, mas este aprofundar maciço por parte do Estado levanta-me várias dúvidas sobre a sua interpretação: será um açoriano do mesmo grupo étnico que um transmontano? E um cabo-verdiano de 50 anos que chegou a Portugal há 44 e que de Cabo Verde guarda as mornas e o embalo da grande Cesária, a que grupo étnico pertence? E um português filho neto e bisneto de ucranianos, qual a etnia se nem fado nem hopak?

Desculpar-me-ão a falta de clarividência, mas não percebo de que serve ao Estado usar os censos para conhecer os grupos étnicos e a sua dimensão. O Estado deve preocupar-se com estabelecer regras de cidadania iguais para todos, sem adaptações. Ou estaremos a querer legislar em função da etnia?

A etnia importa, e deve ser tida em conta quando se lida com as pessoas. Por exemplo, quando se metem famílias inteiras em bairros sociais criados para o efeito - se os apartamentos são destinados a grupos que fazem da cozinha o centro da casa, por que demónios insistem em construir cozinhas minúsculas e salas enormes? Este é apenas um exemplo, minúsculo, de como o desconhecimento, a irrelevância dada à etnia, cria muros cujo derrube sai caro.

E não é um inquérito de 10 em 10 anos que caracteriza as pessoas. Isso faz-se no terreno. Todos os dias. Com outras ferramentas.

 

 

imagem: Gulliver em Brobdingnag, de Jean Grandville. de domínio público. colhida na Wikipédia

 

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[há dias de muita inspiração. outros que não. nada como espreitar também os postais anteriores]

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25 comentários

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De Luísa de Sousa a 20.06.2019 às 18:04

Estou como o investigador Rui Diogo, somos todos seres humanos, não existem raças humanas. É um conceito criado pelos cientista e aproveitado pela sociedade para discriminar alguns seres.
No que se refere à etnia, concordo contigo, só deveria ser tida em conta quando se lida com pessoas para poder inseri-las na sociedade sem ferir e entender a sua cultura!!!
Também não percebo que serve ao Estado usar os censos para conhecer a origem étnico-racial da população portuguesa. Gostaria de saber porquê!!!(li os artigos lincados e não cheguei a uma conclusão clara e objectiva).

Ai, minha querida Sarin, "obrigas-me" a ler tanto, abro todos os links .... graças ati estou a ficar cada vez mais informada!!!! Obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
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De Sarin a 20.06.2019 às 18:08

Muito feliz fico por saber que abres as ligações e que os meus postais te estimulam a procurar mais e mais informação, Luísa! Muito obrigada por essas palavras!
Beijinhos :))))
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De Sarin a 20.06.2019 às 18:13

Também não encontro o porquê, Luísa... e olha que procurei e procurei...


Mas sem me esclarecerem o que entendem com os conceitos, parece-me que podem enfiar-me a resposta pelos olhos dentro que não a compreenderei. Isto para ser simpática e manter o espírito aberto, porque as afirmações do Mamadou Ba no DN deixam-me algo apreensiva.
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De MJP a 20.06.2019 às 18:48

Olá, Sarin!


Partilho da tua opinião... o importante é a forma como, no terreno, lidamos com as pessoas e não, como as "categorizamos teoricamente"...
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De Sarin a 20.06.2019 às 18:58

Nem mais, MJP.


Mas acho que estas questões têm que ser muito bem esclarecidas, tanto mais porque perante tantas interpretações dos conceitos. Porque acredito que haja racismo em Portugal. Sei que há desconfiança e insatisfação e, até, afastamento - aquela cena do assédio moral patrão no "e se fosse consigo", deixar-me-ia de alma cheia se a actriz tivesse pele de outra cor ou se tivesse feições asiáticas?
Acho que, mais uma vez, andam com questões de agendas particulares sem explicação e sem enquadramento global.
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De MJP a 20.06.2019 às 19:09

Sabes... durante os meus vinte anos de exercício profissional, prestei cuidados a pessoas das mais variadas etnias e, sempre, procurei respeitar a sua individualidade, adequando a prestação de cuidados à especificidade de cada um... nunca gostei de rótulos ou gavetas (e acredita que, muitos, infelizmente me eram referenciados com esse "apêndice"... se é que me entendes...)
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De Sarin a 20.06.2019 às 19:19

Entendo, sim.
Mas quando lidamos com pessoas, atendemos também ao grupo onde essas pessoas se inserem.
Por exemplo, a escolarização de adolescentes de etnia cigana. A nossa lei obriga a que frequentem a escola. Mas a família e a comunidade a que pertence ostracizam-na se tiver colegas rapazes, professores rapazes, etc. É impossível ver só o indivíduo. E não se pode aplicar a lei por empurrão, sob pena de incrementarmos a violência sobre estas jovens ainda mais frágeis. Mas não se pode adequar a lei à medida de cada etnia, a lei é geral. Tem de se trabalhar comunidade a comunidade, não apenas indivíduo a indivíduo.
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De MJP a 20.06.2019 às 19:29

Curiosamente, a comunidade cigana é a que melhor conheço... na escola, sempre, tive colegas de etnia cigana (e sei bem do que falas)... mais tarde, enquanto profissional de saúde, acompanhei vários utentes paliativos de etnia cigana (e as respectivas famílias/comunidade), no seu meio (no domicílio)... foram experiências muito gratificantes, de intensa aprendizagem... tenho, também, alguns amigos de etnia cigana! :)


É como escreves... é preciso trabalhar cada comunidade... 
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De pvnam a 20.06.2019 às 20:33

URGE O SEPARATISMO-50-50:
- apesar de disporem de grande parte do planeta 'à sua medida'... globalization-lovers (ECONOMIC-NAZIS) destilam ódio/intolerância para com os povos autóctones que procuram sobreviver pacatamente no planeta... pois... intenções Identitárias prejudicam investimentos!...
{economic-nazis -» não respeitam a existência de 'outros', ou seja: não respeitam NEM a diversidade, NEM a justiça social, NEM os povos de menor pegada ecológica]
.
.
Economia neo-esclavagista: a ajuda aos pobres deve ser efectuada por meio da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil... e não por meio da introdução da Taxa-Tobin.
.
Existe uma tripla de 'supporters' da economia neo-esclavagista:
1- a alta finança;
2- europeístas (e afins);
3- migrantes que se consideram seres superiores no caos.
.
Mais:
- Os «grupos rebeldes» (daesh e outros), não possuem fábricas de armamento... no entanto, máfias do armamento fornecem-lhes armas... para depois terem acesso a recursos naturais (petróleo, etc) ao desbarato, e para depois deslocarem refugiados para locais aonde existem investimentos interessados em mão-de-obra servil de baixo custo.
Ora, em vez de chamar à responsabilidade aqueles países que estão a fornecer armas aos «grupos rebeldes», ou seja, os países aonde a máfia do armamento possui as suas fábricas... os europeístas fazem uma outra coisa: decretam sanções contra os países que não permitem a chegada de mão-de-obra servil ao desbarato (refugiados) aos investimentos interessados em tal.
.
Mais:
- Em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras... muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais: os europeístas falam nestes holocaustos? Não!
.
Urge dizer à elite deste sistema o mesmo que foi dito aos construtores de caravelas esclavagistas: a não existência de mão-de-obra servil ao desbarato não vai ser o fim da economia... vão continuar a existir muitas oportunidades de negócio (exemplo: introduzindo mais tecnologia!...).
.
.
.
.
O MOVIMENTO-50-50:
1- defende um planeta aonde povos autóctones possam viver e prosperar ao seu ritmo;
2- defende uma sociedade que premeie quem se esforce mais (socialismo, não obrigado)... mas que, todavia, no entanto... seja uma sociedade que respeite os Direitos da mão-de-obra servil.
---» Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o seu espaço no planeta --»» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
.
.
Nota: Os 'globalization-lovers', UE-lovers. smartphone-lovers (i.e., os indiferentes para com as questões políticas), etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-»»» blog  http://separatismo--50--50.blogspot.com/
.
.
.
P.S.
Migrantes naturalizados são contra o separatismo-50-50... com efeito, o seu problema não é a integração... com a sua demografia imparável em relação aos nativos, o seu problema é serem Donos Disto Tudo.
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De Sarin a 20.06.2019 às 20:37

É spam. Desta deixo passar. À próxima não.
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De pvnam a 20.06.2019 às 23:09


SPAM É AQUILO QUE PULULA POR AÍ A TODA A HORA (conversa dos Soros-boys): procuram colocar um sentimento de culpa no mais pacato dos cidadãos!!!... Não dizendo aquilo que deve ser dito:
- a ajuda aos pobres deve ser efectuada  por meio da introdução da Taxa-Tobin... e não...  por meio da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.
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De Sarin a 20.06.2019 às 23:14

Tenho a certeza de ser spam pois já li o comentário inicial noutros postais, neste e noutros blogues.


Não me oponho a que divulgue a sua visão, só não aprecio repetições textuais.
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De HD a 20.06.2019 às 20:48

Os cientistas e investigadores deviam sair mais vezes do laboratório... :-\
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De Sarin a 20.06.2019 às 20:53

Saem, muitos saem - mas há agendas que orientam alguns, e esta agenda deu muito jeito ao status quo nos últimos três séculos.
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De HD a 20.06.2019 às 20:57

Saem dos laboratórios para os escritórios dos pisos superiores...
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De Sarin a 20.06.2019 às 21:00

Nem todos, mas alguns sim, não tenho qualquer dúvida - afinal, para que servem os mestrandos e doutorandos e demais elementos às suas ordens? 
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De HD a 20.06.2019 às 21:05

Essa é a questão que todos gostaríamos de ouvir resposta a resposta...
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De Sarin a 20.06.2019 às 21:08

Esta? Sim, mas as outras também ;)
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De Rui Pereira a 20.06.2019 às 22:31

Credo, aquilo que tu sabes!
Esta publicação dava uma tese... ;)
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De Sarin a 20.06.2019 às 22:36

Dolicocéfalo e braquicéfalo são palavrões, eu sei... ;)


Este tema tem muitas teses, nem todas agradáveis :(
Mas, para que as boas relações continuem sobre rodas, tomo isso como cumprimento :))))
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De Happy a 21.06.2019 às 16:48

Esse conceito já está ultrapassado - ou melohr, já deveria estar. Porque a verdade é que a maioria das pessoas e das sociedades é racista. Mesmo nós Portugueses. Somos muito. Apesar de negarem. Mas pronto, são precisos muitos saltos geracionais para mudar mentalidades...
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De Sarin a 21.06.2019 às 16:56

Há ainda quem creia e defenda com manipulações dos dados que existem raças humanas.


Quando falamos do racismo, falamos exactamente de quê? Penso que o artigo sobre Rui Diogo explica as diferenças entre os racismos, sobre os indivíduos ou sobre as culturas. Quando se tenta falar de algo com conceitos indefinidos e, até, misturados, como me parece que aconteceria com a pergunta, corre-se o risco de se perder o fio à meada e não encontrar uma plataforma de trabalho.
Mas gostava mesmo que se explicassem, os senhores que alvitraram a pergunta.
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De /i. a 21.06.2019 às 23:13

O dia dez de junho também era conhecido pelo dia da raça. O Cavaco Silva num discurso comemorativo do dia de Portugal, às páginas tantas disse neste dia da raça... xi o burburinho que foi na altura por ter dito o dia da raça.
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De Sarin a 12.07.2019 às 02:34

Por motivo desconhecido, não havia lido este teu comentário, /i. :(


Exactamente, "raça" tem várias interpretações, e penso que não podemos correr o risco de indefinição nesta matéria, sob pena de as respostas obedecerem a interpretações distintas. 
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De /i. a 12.07.2019 às 21:24

 

[a palavra a quem a quer]




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