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Roncos e tamboriladas

por Sarin, em 01.09.19

Peça, Baile das Oliveiras

Intérpretes, Roncos do Diabo com a participação dos Tocándar

Letra e Música, Tradicional Portuguesa com arranjos dos Roncos do Diabo

 

 

 

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lançado às 20:45

Música Dedicada: Elisabetta Trenta

por Sarin, em 15.08.19

Peça, With arms wide open

Intérprete, Creed

Letra e música, Mark Tremonti e Scott Stapp  (1999)

Motivo da dedicatória: Recusa em assinar o novo decreto de Salvini

 

Well I just heard the news today
It seems my life is gonna change
I close my eyes, begin to pray
Then tears of joy stream down my face

With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
I'll show you everything
With arms wide open
With arms wide open

Well I don't know if I'm ready
To be the man I have to be
I'll take a breath, I'll take her by my side
We stand in awe, we've created life

With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
I'll show you everything
With arms wide open
Now everything has changed
I'll show you love
I'll show you everything

With arms wide open
With arms wide open
I'll show you everything
With arms wide open, wide open

If I had just one wish
Only one demand
I hope he's not like me
I hope he understands
That he can take this life
And hold it by the hand
And he can greet the world
With arms wide open

With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
I'll show you everything
With arms wide open
Now everything has changed
I'll show you love
I'll show you everything
With arms wide open
With arms wide open

I'll show you everything
With arms wide open, wide open

 

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lançado às 12:05

Música dedicada: Amazónia

por Sarin, em 28.07.19

Peça, Amazônia

Intérprete, Nilson Chaves

Letra e Música, Nilson Chaves (1991)

Motivo da dedicatória: Precisa do nosso apoio

 

Sim eu tenho a cara do saci, o sabor do tucumã
Tenho as asas do curió, e namoro cunhatã
Tenho o cheiro do patchouli e o gosto do taperebá
Eu sou açaí e cobra grande

O curupira sim saiu de mim, saiu de mim, saiu de mim...

Sei cantar o "tár" do carimbó, do siriá e do lundú
O caboclo lá de Cametá e o índio do Xingu
Tenho a força do muiraquitã

Sou pipira das manhãs
Sou o boto, igarapé
Sou rio Negro e Tocantins

Samaúma da floresta, peixe-boi e jabuti
Mururé filho da selva
A boiúna está em mim

Sou curumim, sou Guajará ou Valdemar, o Marajó, cunhã...
A pororoca sim nasceu em mim, nasceu em mim, nasceu em mim...

Se eu tenho a cara do Pará, o calor do tarubá
Um uirapuru que sonha
Sou muito mais...
Eu sou, Amazônia!

 

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lançado às 19:55

Dançando o Barco Negro

por Sarin, em 07.07.19

 

Ela, Patrícia Henriques.

Ele, Gustavo Oliveira.

A coreografia, bailado contemporâneo, de Vasco Wellenkamp.

A música, fado, Barco Negro de Amália. Letra de David Mourão-Ferreira e música de Matheus Nunes *.

A ocasião, espectáculo Amar Amália da CPDC - Companhia Nacional de Dança Contemporânea (sem data)

 

 

 

* Sobre o fado Barco Negro

A versão original desta música pertence a Mãe Preta, uma toada brasileira criada por Caco Velho (Matheus Nunes, música) e Piratini (António Amabile, letra) e gravada pelo Conjunto Tocantins em 1943.

Chegou a Portugal pela voz da fadista Maria da Conceição.

Durante algum tempo foi um sucesso na rádio. Mas, porque falava da escravatura, acabou por ser proibida pelo Estado Novo. 11 anos depois da primeira gravação brasileira, Mãe Preta foi gravada por Amália Rodrigues com a letra de Barco Negro.

 

Dizem as mulheres da praia... que não voltas... voltou. Na voz de Dulce Pontes, em 1996.

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lançado às 19:52

Amanhã os ontens e o agora

por Sarin, em 25.05.19

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A propósito deste dia chamado de reflexão pensei fazer um postal musical, para ajudar à tal reflexão.

A primeira música que me veio à ideia foi a Reflections, de Diana Ross e as Supreme; e, com ela, aquela magnífica China Beach que não há maneira de voltar às televisões. Quase em simultâneo, lembrei-me da Reflections of my Life, dos Marmalade, e até de Ted Huggens (ou Henk van Lijnschooten) e das suas Reflections of this time me recordei.

Mas não era nada disto que pretendia. Queria uma música mais evocativa, inspiradora - só pelo título seria pouco.

Lembrei-me de ir buscar a música mais tocada nas rádios aquando das nossas primeiras eleições para o Parlamento Europeu, realizadas em 18 de Junho de 1989, a  UE ainda Comunidade Económica Europeia - eleições nas quais não votei por me faltarem pouco mais de seis meses, o que me deixou um bocado chateada na altura e agora. Com este peso na alma ou no que em lugar dela, fui pesquisar a data, mas é preciso azar! A música, I'll be loving you (forever), dos New Kids On the Block, é daquelas musiquinhas de que não gosto, nunca gostei e só não tenho raiva de quem gosta desde que não me faça ouvir tais coisas. Portanto, escrevi a nota histórica e continuei a pensar no que fazer deste postal.

Resolvi então descobrir qual a música mais tocada aquando da assinatura do Tratado de Adesão à CEE, em 12 de Junho de 1985 - ano que foi também o do Tratado de Schengen, aquele que nos permite andar em meia Europa sem passaporte. Saiu-me melhorzita, mas com tanta música boa na época e nesse dia tinham que andar no ar os Tears for Fears e a sua Everybody wants to rule the World? Não que não seja uma música audível, mas não é, como direi, boa - e ainda não era bem isto que pretendia... apesar de a letra ser muito apropriada aos tempos que se vivem.

Por isso, recuei ao dia da candidatura de Portugal à CEE, 28 de Março de 1977... e dei com os ouvidos na You're a rich girl, de Daryll Hall & John Oates. A letra parecia feita de encomenda, país atrasado que estava Portugal e a precisar de investimentos vários! Mas a música... Hall & Oates por Hall & Oates, mais valeria a Maneater,  não sendo o meu tipo de música pelo menos tem cheiro a Flashdance. Mas nenhuma das duas se adequava ao pretendido, e assim continuei a desesperar pelas palavras deste postal...

Já pensava em ir buscar uma música a 1952 e à criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço - ano em que a Emissora Nacional de Radiodifusão, actual Antena 1, faria 17 tenros aninhos. Mas a tal música mais tocada nas rádios lá fora dificilmente seria música tocada cá dentro. Viver em ditadura tinha destas coisas, e estas até eram das mais doces...

E eis que me lembrei de ir espreitar na data do Tratado de Maastricht, aquele que consolidou as bases para a União Europeia. Pois é... a 7 de Fevereiro de 1992 a música mais tocada nas rádios era Don't let the sun go down on me, de Elton John com a participação de George Michael.

Julgo-a perfeita! Espero que percebam porquê.

 

 

 

 

Relembrando que já não há número de eleitor e que as mesas se organizam por ordem alfabética,

Para saber qual a mesa de voto basta enviar uma SMS para o 3838, começando por RE, seguido do número de Cartão de Cidadão e a Data de Nascimento, esta no formato ano mês dia e sem espaço. Assim:

RE CCCCCCCC AAAAMMDD

A resposta é imediata.

 

Imagem retirada da Wikipédia

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lançado às 22:14

Há 45 anos

por Sarin, em 24.04.19

... a preparação das tropas começou com esta música. 22h55, mais uns minutos e a Ditadura cairia às mãos de uns militares pouco graduados, talvez os primeiros militares da história mundial recente a fazerem uma revolução sem ficarem no poder.

No dia seguinte, os cidadãos cantaram livremente - e a música passou a ser outra. A revolução dos capitães saiu dos quartéis e o povo abraçou-a como sua. Tornou-a sua. O poder caiu mesmo na rua, e não se magoou.

 

Mas, lentamente, as novas elites políticas foram-na tornando delas, enrodilhando-se no poder como jibóias na presa, e hoje convido-as a cantar o que há 45 anos se ouviu a partir da Rádio Alfabeta, dos Emissores Associados de Lisboa:

 

"Quis saber quem sou!

O que faço aqui!

Quem me abandonou,

de quem me esqueci..."

 

 

A letra de José Niza e a música de José Calvário na voz de Paulo de Carvalho em 1974. Foi colocada no ar pelo jornalista João Paulo Diniz.

 

 

 

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lançado às 22:55

Yer Blues, pelos Dirty Mac

The Rolling Stones Rock'n Roll Circus, 1968

 

 

The Dirty Mac, um grupo convocado por John Lennon para participar no The Rolling Stones Rock'n Roll Circus, festival organizado pelos Rollling Stones em 1968. Com John Lennon, Eric Clapton, Keith Richards e Mitch Mitchell unidos na interpretação de uma música recente de Lennon.

O original desta Yer Blues está no alinhamento do White Album, cujo nome de registo é na verdade The Beatles e que foi lançado em 22 de Novembro de 1968. Há exactamente 50 anos. 

Congrats, old chaps!

 

While my guitar gently weeps, pelos The Beatles

White Album, 1968

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lançado às 15:00

Porque hoje é dia 22 de Novembro

por Sarin, em 22.11.18

Family Snapshot, por Peter Gabriel

Álbum Peter Gabriel , também conhecido como 3 ou Melt (1980)

 

O Governador visado em Diário de um assassino, livro de Arthur Bremer que serviu de mote a este tema, é Arthur C. Wallace. 

Mas Peter Gabriel pensou também em John Fitzgerald Kennedy quando o escreveu, recriando ambientes dos atentados de um e de outro.

Hoje, 22 de Novembro, recordo assim aquele 22 de Novembro de 1963 em Dallas, Texas.

O que se interrompeu, nunca saberemos - talvez menos do que o mundo dividido esperava, certamente mais do que alguns que o dividiam desejavam.

 

Apesar da conspiração que envolveu o assassínio de Kennedy, ainda não assumida mesmo com todo o descrédito que desde há 40 anos mancha o resultado da Comissão Warren, o assassino material de JFK e o assassino frustrado de Wallace tiveram motivações idênticas: Fama. Fama que lhes damos a cada repetição dos seus nomes.

Não mais. Lembremo-nos desta música sempre que a morbidez nos desviar o olhar ou a memória para os cadáveres provocados por tais abutres - abutres pois que a morte não lhes é um fim mas um meio. Antes de serem abutres foram pessoas, e tiveram direito a nome. Mas perderam-no, perdem-no, quando recordados por tais tristes feitos. Não os celebremos. Os assassinados têm nome. Os assassinos não.

 

JFK morreu assassinado há 55 anos.

 

 

[Verse 1]
The streets are lined with camera crews
Everywhere he goes is news
Today is different, today is not the same
Today I make the action, take snapshot into the light
Snapshot into the light, I'm shooting into the light

[Verse 2]
Four miles down the cavalcade moves on
Driving into the sun
If I worked it out right, they won't see me or the gun
Two miles to go, they're clearing the road
And the cheering has really begun
I've got my radio, I can hear what's going on

[Bridge 1]
I've been waiting for this
I've been waiting for this
All you people in TV land, I will wake up your empty shells
Peak-time viewing blown in a flash as I burn into your memory cells
'Cause I'm alive

[Verse 3]
They're coming around the corner with the bikers at the front
I'm wiping the sweat from my eyes
It's a matter of time, a matter of will
And the governor's car is not far behind, he's not the one I've got in mind
'Cause there he is, the man of the hour, standing in the limousine

[Bridge 2]
I don't really hate you, I don't care what you do
We were made for each other, me and you
I want to be somebody, you were like that too
If you don't get given you learn to take
And I will take you
Holding my breath
Release the catch
And I let the bullet fly

[Outro]
All turned quiet, I have been here before
A lonely boy hiding behind the front door
Friends have all gone home
There's my toy gun on the floor
Come back, Mum and Dad
You're growing apart, you know that I'm growing up sad
I need some attention
I shoot into the light

 

 

 

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lançado às 12:26

Do desconhecimento de quem publica

por Sarin, em 04.11.18

ou Como uma expressão transforma uma notícia em insulto

 

Passeando os olhos por notícias do mundo do espectáculo, dei com uma notícia já com vários meses sobre uma reunião de parte do elenco de "O Gladiador". Algures no texto, surge a frase "Lisa Gerrard também esteve presente para a interpretação vocal da banda sonora que a tornou famosa (...)".

É um artigo Sapo Mag, assinado por L.S., cujo nome ou informações adicionais procurei mas não encontrei. Será talvez um estagiário, pessoa novita e sem experiência na pesquisa de factos - ou será talvez um experimentado jornalista que se esqueceu de como se escrevem notícias.

Lamento-o, em ambos os casos. Porquê?

 

Porque Lisa Gerrard tem uma carreira iniciada em 1981, fez parte de uma banda de culto com projecção internacional, milhões de discos vendidos e músicas em várias bandas sonoras...

Lisa Gerrard é a famosa voz feminina dos Dead Can Dance, banda incontornável da década de '80 e da história da música por serem parte das raízes do estilo gótico.

Repito:

Lisa Gerrard é a famosa voz feminina dos Dead Can Dance, banda incontornável da década de '80 e da história da música por serem parte das raízes do estilo gótico.

 

Noutra secção não seria motivo da minha indignação. Mas o Sapo Mag é suposto ser sobre cinema, televisão e música - apesar de misturar histórias destas artes com historietas dos seus artistas.

Lisa Gerrard e Dead Can Dance são (e repito!) parte da História da música do pós - II Guerra. Não os conhecerem numa secção supostamente especializada não abonará muito a favor da secção - mas certamente não é tão grave como não pesquisarem as pessoas sobre as quais escrevem. Nas décadas de '80 e '90 é que a pesquisa era morosa, entre jornais mal arquivados e programas gravados em cassetes; em 2018 apenas é admissível em info-excluídos.

 

Não tenho facebook. Peço a quem ler este postal, tiver FB e quiser fazer uma boa acção que aponte ao/à tal L.S. o insulto que escreveu.

 

Deixo este excerto do filme-documentário "Baraka", de Ron Fricke.

A música, The host of Seraphim, claro que é dos DCD.

  

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SOS Tentar visitar antes que acabe

por Sarin, em 11.10.18

 
São como veias, serpentes
Os rios que trançam o coração do Brasil
Levando a água da vida
Do fundo da terra ao coração do Brasil
Gente que entende
E que fala a língua das plantas, dos bichos
Gente que sabe
O caminho das águas das terras, do céu
Velho mistério guardado no seio das matas sem fim
Tesouro perdido de nós
Distante do bem e do mal
Filho do Pantanal
Lendas de raças, cidades perdidas
Nas selvas do coração do Brasil
Contam os índios de deuses
Que descem do espaço no coração do Brasil
Redescobrindo as Américas quinhentos anos depois
Lutar com unhas e dentes
P'ra termos direito a um depois
Vem de um milênio o resgate da vida do sonho do bem
A terra é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão
Lendas de raças, cidades perdidas
Nas selvas do coração do Brasil
Contam os índios de deuses
Que descem do espaço no coração do Brasil
Redescobrindo as Américas quinhentos anos depois
Lutar com unhas e dentes
Pra termos direito a um depois
Vem de um milênio o resgate da vida do sonho do bem
A terra é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão
O futuro é tão verde e azul
Os filhos dos filhos dos filhos
Dos nossos filhos verão
 
Pantanal
Marcus Viana (Compositor)
Sagrado Coração da Terra (Intérprete)
Jair Messias Bolsonaro (Quer riscar o disco)
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lançado às 04:19

Obrigada por estar aqui.


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