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Sobre nomeações em comentários

Propostas para ultrapassar alguns problemas que interferem com a funcionalidade

por Sarin, em 11.06.20

Já repararam certamente que a Equipa do SAPO disponibilizou uma nova funcionalidade, as nomeações - e se não repararam é uma pena, porque é muito interessante.

Essencialmente, permite citar ou convocar bloguistas através dos comentários, alterando a dinâmica nos blogues por permitir alargar o debate aos ausentes. Mas como assenta no endereço do blogue, parece-me ter associado um não tão pequenito problema. Que não é da funcionalidade, mas dos utilizadores. Ou melhor, da forma como criamos os blogues... tentarei explicar-me.

A nomeação faz-se através do endereço do blogue, @endereçodoblogue. E tem toda a lógica, pois este é único e exclusivo - tanto o nome do blogue como o nome do autor podem ser alterados quando e como desejado, e os nomes nisto usados não têm qualquer carácter de exclusividade, daí que haja tantas Marias no charco.

Não sei como costumam gerir os contactos aqui pela blogosfera, mas eu atento no nome dos autores (e respectiva imagem, para distinguir entre homónimos) e no nome dos blogues; reparo no endereço, velho hábito de segurança, mas não o fixo. Ainda assim, apercebi-me que grande parte dos blogues tem nomes distintos dos endereços.

Porque desconheço a maioria dos endereços dos blogues que acompanho, para nomear autores terei de ir ao blogue e copiar a parte do endereço que está entre o https:// e o .blogs.sapo.pt Se assim não for, arrisco-me a nomear o autor errado - além do binómio nome/endereço, há muitos blogues com endereços semelhantes, alguns dos quais diferindo apenas numa letrinha... sim, o risco de as nomeações imitarem a distribuição dos CTT não é pequeno.

Por outro lado, quem tem vários blogues pode ser nomeado usando qualquer um - se para quem nomeia é indiferente, pois apenas quer alertar o autor, para o nomeado é, e falo por mim, um pouco mais caótico, já que pode ser alertado através de qualquer dos blogues [tanto quanto sei, não há alertas por email para tais notificações]. Notificações dispersas acabam por alterar a sequência de conhecimento e resposta às solicitações externas, o que poderá tornar-se difícil ou desagradável de gerir.

E ainda há autores que apenas escrevem em blogues colectivos e cujo blogue primário está escondido, o que torna impossível a sua nomeação! O que não é mau caso não queiram ser solicitados, mas será lamentável se a ausência resultar do esquecimento deste pormenor.

Como gosto da ferramenta de nomeação e lhe encontro muita utilidade, gostaria de contornar estes óbices. Haverá outras soluções, certamente; mas, não as conhecendo, resta-me propor as que me ocorreram. 

1. Criar um blogue usando o nosso nome. Há o tal problema das muitas marias na terra, não é? Podemos usar um outro nome pelo qual queiramos ser nomeados, ou acrescentar um nome ao que já temos - o que interessa é que se torne fácil de identificar, se torne único.

Ou, em vez de criar um novo blogue que apenas terá esta função e sobrecarregará a plataforma, recuperemos e alteremos o blogue primário ou outro - mudar o endereço aos blogues é desagradável se houver publicações, pois quebra eventuais ligações; em blogues inactivos é indolor.

2. Coloquemos este nome na  página de perfil, usando o formato @nomedoblogue.

Podemos fazê-lo de várias formas, mas as mais imediatas talvez sejam tornando o blogue visível (não escondido) ou usando um dos campos "outras informações", ambas via gestão de perfil.

3. Usemos as nomeações para dinamizarmos os debates, para alertarmos para um postal ou conversa, para dizermos "estou num blogue terceiro e lembrei-me de ti", para o que a imaginação ditar.

E respeitemos o direito de não reacção, tão importante como o direito de resposta.

 

Claro que quem tem os nomes dos blogues coincidentes com os endereços não terá problemas de maior, e nem todos verão inconveniente em ser nomeado via qualquer um dos 10 blogues que possui; este postal é uma avaliação minha destes cerca de 20 dias que a funcionalidade tem de existência. Como disse antes, os problemas ou dificuldades que detectei nada têm a ver com a funcionalidade, motivo pelo qual não me dirigi especificamente à Equipa e sim à comunidade.

Se tiverem outras soluções, quiserem acrescentar sugestões ou puderem indicar correcções ao que proponho, agradeço que partilhem nos comentários ou noutros postais que publiquem - e para cujo alerta agradeço desde já.

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O meu blogue primário, escondido e privado pois sem qualquer publicação, estava esquecido nos confins da lista de blogues. Não foi o primário original, e apenas o criei para bloquear o endereço. O que se revelou uma tremenda sorte, pois algumas nomeações teriam ido cair noutra porta ou perder-se-iam em porta nenhuma. Porque o criei para ser primário... e  esqueci. Não me lembrava dele, de todo - até que um resvalar de cursor me desvendou a notificação, qual bandeira decorando blogue devoluto! Foi com surpresa que a vi e é com bem-humorada sinceridade que publicamente agradeço a "preguiça" de quem, poupando na escrita de @sarin-nemlixivianemlimonada, permitiu relembrá-lo e evitar doravante o desperdício de caracteres  

[Cuidemos de todos cuidando de nós: Etiqueta respiratória. Higiene. Distância física. Calma. Senso. Civismo.]
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lançado às 08:57

Esclarecimento: Human Lives Matters

por Sarin, em 10.06.20

 

O mote Black Lives Matters foi o mais largamente usado nas manifestações que ocorreram nos últimos dias.

No meu postal Manifestações e confinamento III, enquadrado numa sequência de 3 em que analisei manifestações, racismo e confinamento, parti de Black Lives Matters para, em poucas palavras, chegar a Human Lives Matters.

Num comentário, foi-me apontado que estaria a relativizar a importância da mensagem e do movimento Black Lives Matters e, pelo que percebi, a ecoar um mote usado como contraponto às reivindicações deste movimento.

Mortifica-me tal interpretação, agonia-me ser associada a tal tentativa! 

Esclareço que não recordo alguma vez ter ouvido ou lido tal frase, e se ouvi ou li não me apercebi do seu contexto nem retive o seu conteúdo. Jamais serviria de caixa de ressonância para mensagens que combato.

Por saber que, depois de emitida, a mensagem está sujeita à interpretação de quem a recebe, e porque o assunto me é demasiado sério e demasiado caro para permitir subjectividades ou relativismos, esclareço o objectivo do postal e a minha posição:

 

É-me lógico que tais cartazes sejam empunhados em qualquer país onde o racismo cerceie os direitos e as liberdades de qualquer indivíduo por causa da cor da pele, sua ou de ascendentes. É-me lógico que sejam empunhados por indivíduos negros que sofrem na pele o racismo e que sejam empunhados por indivíduos brancos que não sofrem racismo mas que se indignam revoltam agoniam com o racismo que vêem os negros sofrer.

Mas Eu, branca, nada e criada num país onde o racismo não tem contornos definidos, vivendo neste país e vendo o racismo claramente assumido por dois partidos, um dos quais com assento no Parlamento, não sinto legitimidade para empunhar tal cartaz e não sinto justiça ao empunhar tal cartaz. E não sinto porque nunca sofri racismo mas vejo racismo de muitas cores, aqui, no meu país: brancos contra negros de várias etnias e contra brancos ciganos, negros contra negros de outras etnias e contra brancos de várias etnias, ciganos contra brancos de outras etnias e contra negros de várias etnias.

Sem qualquer rebuço mas com muita garra, ergueria bem alto um Black Lives Matters numa manifestação de pesar pela morte de Floyd e de outros negros vítimas de violência sancionada pelo estado ou pela sociedade. Mas estas manifestações de dia 6, embora desencadeadas pela morte de Floyd, não foram uma homenagem: foram manifestações contra o racismo, contra a violência policial, contra as desigualdades sociais.

Não desvalorizo a mensagem Black Lives Matters, tão legítima e tão importante. Mas em actos de luta contra o racismo tenho, em consciência, de me colocar ao lado de todas as vítimas do racismo do meu país. Black Lives Matters. Gipsy Lives Matters. Human Lives Matters.

 

Esclareço, justifico e recuso qualquer associação do postal, da sua intenção, da minha visão, a algo menos do que a luta pela abolição do conceito de raças humanas, pela condenação do racismo, pelo reconhecimento intrínseco e universal dos Direitos do Homem conforme declarados pela ONU e assinados e ratificados pelo Estado Português.

 

 

E não, não coloco um White Lives Matters: os direitos dos indivíduos brancos não estão ameaçados por motivos racistas. Xenófobos, talvez, religiosos, idem, mas racistas não. 

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lançado às 15:05

Música porque sim

por Sarin, em 10.06.20

 

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lançado às 11:52

Dia de Portugal, dia de sardinhada

por Sarin, em 10.06.20

Ao ar livre, que o Sol convida e o confinamento cansa.

 

Este dia de cerimónia reduzida mereceu de Marcelo mais uma hipocrisiazinha, dita com o afecto que lhe é característico nas alfinetadas que o conciliam com deuses e diabos. Nada de novo, portanto.

 

Enfim, é Dia de Portugal.

Também é dia de sardinha, e por lá falo do dia. Falo, e pergunto. Porque, afinal, o que é isso de Ser Português?

Talvez me possam ajudar a esclarecer esta questão. Passem por lá, é só apanhar boleia da sardinha.

Se clicar, ao sardinhaSemlata vai parar

 

 

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lançado às 11:30

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Este espaço nasceu em 2018. Sem objectivo que não o ter um ID para comentar, não nasceu para ser blogue e eu nunca soube a data em que se transformou. Caso tenham interesse, encontram pormenores sobre esta evolução em coisas cá do burgo, na coluna à direita (ou abaixo, se ao telemóvel) . 

Numa curiosidade arqueológica, resolvi procurar o primeiro texto que pudesse considerar apropriado a um blogue, coisa com cabeça tronco e membros e que não envergonhasse se lido em voz alta no café. Na altura nem sabia ilustrar postais - não me interessava saber, sequer; por isso chamar texto ao tal primeiro postal.

Fui ali à Cave do Tombo e comecei do princípio, que é por onde se deve começar estas coisas. Lidos alguns, nenhum que me envergonhasse num café, devo dizer, resolvi-me a encontrar o momento em que eu me considerei bloguista, alguém que escreve com a consciência de que os temas que aborda e os textos que publica serão lidos por desconhecidos.

Não continuei a pesquisa porque tropecei num texto que colava muito bem num postal que estava a escrever. Um texto que tristemente desenvolvi em torno de um assunto absurdo e quase marginal. Coisa de neófita. Ou talvez, e porque neófita nos blogues mas não no escrever e muito menos no observar a sociedade, coisa de quem atenta em pequenos sinais e os trata com maior relevo do que então merecem.

Resgato-o agora desse seu afinal não tão pequenino absurdo - e não tão pequenino porque preconizador de uma realidade que nos vem confrontando mais rapidamente do que o desinvestimento na educação e na cultura.

Há precisamente dois anos e vinte e cinco dias, escrevi a propósito de uma noticiazinha envolvendo um autarca luso,

Há notícias que me espantam por serem notícia. Não porque conteste o trabalho do jornalista mas porque o facto noticiado é absurdo.

Perante tal, questiono-me: devo contestar, ecoando assim o absurdo e dando-lhe mais um meio de projecção (vale o que vale) ou é melhor simplesmente ignorar e deixar a outros a função de debater (ou apenas abater) tal notícia, tais notícias?

Não sou jornalista, não sou justiceira... mas, caramba, há factos que ofendem a minha sensibilidade e a minha inteligência! Factos que não me espantaria encontrar em algumas terras dos EUA profundo, por exemplo, onde o ensino ministrado em casa aliado a abusos em nome da liberdade de culto podem eternizar resistências várias a outras interpretações que não as instituídas na comunidade. Certamente haverá exemplos destes em África, na América, na Ásia, na Europa e na Oceania, não se pense que acredito ser um exclusivo de alguns norte-americanos do Tio Sam.

O obscurantismo nasce e propaga-se enraizado nas certezas incontestáveis sem qualquer base científica - matéria de fé, de crença, portanto; e não necessariamente relacionada com um credo. E se não discuto as fés de cada um, permito-me questionar a matéria que as suporta. Por outro lado, o obscurantismo alimenta-se do silêncio, da não contestação - e chegada aqui acabo por descobrir a resposta para a minha dúvida inicial.

Suponho que as teorias da conspiração nascem exactamente neste meio-espaço entre o evitar o obscurantismo e o não divulgar toda a informação... como se os seus criadores precisassem desesperadamente de respostas. No fundo, a mesma necessidade que conduziu às várias religiões da Humanidade.

 

E depois, temos em Portugal, um País civilizado, com ensino obrigatório, com acesso não controlado à informação, onde a ciência tem espaço lado a lado com a religião... temos em Portugal, dizia eu, gente que, fazendo tábua rasa da genética e confundindo características somáticas com esta, gente que representa os seus concidadãos e que cria ONG para isto.

A evolução passou-lhes ao lado? Não tiveram aulas de Biologia? Ninguém lhes explicou a diferença entre fenótipo e genótipo e as regras básicas da hereditariedade?! Caramba, estas são perguntas de retórica - o nosso ensino não é assim tão mau!!! 

 

O título do postal era Deixem os nossos bebés em paz... e nos dois últimos parágrafos, muito específicos e debruçados no tema, questiono sarcasticamente os porquês de quem defende teorias que contrariam evidências científicas mais do que estudadas e sustentadas. 

Ainda não investiguei se este autarca se terá entretanto aliado ao Chega. Mas não me admiraria. 

Não, não estou a ser sarcástica: todos conhecemos as manhas do Ventura. Mas já ouviram o João Tilly? Procurem no You Tube. E tomem atenção às falácias a que recorre, às dúvidas que levanta, às respostas que insinua. E atentem no cuidado com que, após a omnipresente acusação "eles escondem" que nunca identifica quem esconde, logo acrescenta "atenção, que eu (ou nós) não tenho dados que me permitam afirmar" o que antes afirmou. Não, a mentira grada não é do agrado desta malta. Levantar dúvida é o seu método, destruir a confiança nas instituições é o seu objectivo.

Ventura continua a ser um oportunista que aproveita o caminho que lhe garanta notoriedade e poder. Mas o Chega já não é só Ventura, há quem trabalhe na sombra promovendo a dúvida nas instituições, nas ciências, nas leis, usando sempre o mesmo discurso: "eles ocultam". E agora eles, os do Chega, procuram financiamento

 

Se tenho medo do Chega? Não. Tenho é medo de que quem ouve os seus argumentos lhes não veja as falácias. Tenho medo de que quem se sente à deriva se enrede nos seus chavões. Tenho medo de que quem vê as instituições falharem acredite nas suas teorias da conspiração. Tenho medo de que quem os aplaude o faça por falta de outra explicação.

E tenho muito medo de que os partidos da nossa democracia não percebam neste oportunismo a consequência da falta de transparência, da falta de entrega à causa e à coisa pública, da falta de respeito pelos eleitores, da falta de investimento nos cidadãos.

 

Imagem: Capa do Charlie Hebdo no 4ª aniversário dos atentados.

Recolhida no Observatório da Imprensa

 

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lançado às 18:31

Manifestações e confinamento III

Postal 3 de uma série de 3, publicados hoje

por Sarin, em 08.06.20

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# Vidas Negras Importam

Vidas Negras, sim.

Mas não apenas:

Vidas Humanas!

# VIDAS HUMANAS IMPORTAM

Menos que isto é confinar os direitos de alguém.

 

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# Black Lives Matter

Black Lives, yes.

But not only:

Human Lives!

# HUMAN LIVES MATTER

Less than this is to lockdown someone's rights.

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lançado às 08:40

Manifestações e confinamento II

Postal 2 de uma série de 3, publicados e a publicar hoje

por Sarin, em 08.06.20

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31 anos após as manifestações que terminaram em massacre, as autoridades de Macau e de Hong Kong aproveitaram a boleia da pandemia para proibir as manifestações em memória das Vítimas da Praça Tiananmen.

Entre os que por cá rechaçaram, e bem, esta decisão das autoridades locais (?) chinesas encontro vários dos que vituperaram as comemorações do 25 de Abril na Assembleia da República, o que me parece uma manifesta incoerência - aos chineses deveria ser permitido celebrar a data e as vítimas da repressão da ditadura, aos portugueses deveria ser vedado celebrar a data e quem os retirou da ditadura.

"Parece uma manifesta incoerência", escrevi acima. Parece e é, sendo também uma clara demonstração de que os fins políticos lhes justificam os meios cheios de meios critérios.

Sim, eu sei, na China ainda se vive um regime não democrático que desrespeita os mais básicos Direitos Humanos, Macau e Hong Kong resvalando nessa direcção. Mas... em Portugal não vamos resvalando também, com deputados apresentando propostas racistas na casa da democracia e rádios de referência fazendo fóruns sobre tais propostas? Será a Democracia mais valiosa para quem não a tem do que para quem arrisca perdê-la?

 

Felizmente, a Assembleia da República teve cravos no 25 de Abril. Poucos, como o estado de emergência impunha.

Felizmente, a Praça do Senado (Macau) teve vigília no 4 de Junho. Poucos, mas mais do que o Estado impôs como emergência.

 

imagem recolhida no Visto de Macau, de onde parti à descoberta do Ponto Final

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lançado às 08:35

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